Alois Alzheimer

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Medicamentos (Parte 2)

Drogas versus exames laboratoriais

Os exames laboratoriais são eficientes armas no diagnóstico de doenças. Muitas doenças não geram sintomas, queixas ou sinais, e, assim, existe uma série incontável de condições silentes que só podem ser detectadas por intermédio desses testes, independentemente da acurácia da anamnese e do exame físico do paciente realizado pelo médico. Algumas drogas podem falsear esses resultados modificando sensivelmente alguns resultados laboratoriais, acarretando erros de interpretação do ponto de vista clínico. Algumas ações farmacológicas são esperadas e devem fazer parte do raciocínio clínico.
Diante de certas alterações, deve-se sempre questionar a influência de determinadas drogas sobre o resultado desses exames. Nunca deve ser esquecido que os exames laboratoriais são fundamentalmente exames complementares que, como o próprio nome esclarece, complementam o exame clínico do paciente. Costuma-se dizer que nunca se deve tratar o resultado impresso, mas sempre o paciente com base nas evidências clínicas observadas. A tabela abaixo registra as alterações mais comuns e esperadas.

MEDICAMENTOS E ALTERAÇÕES LABORATORIAIS

Medicamentos

Alterações

Ácido acetilsalicílico (AAS)

No sangue: aumenta ALT, AST, bilirrubinas e fosfatase alcalina. Diminui as taxas de ácido úrico, colesterol e potássio.
Na urina: aumento de corpos cetônicos e proteínas. Além disso, é muito comum encontrar um resultado positivo de sangue nas fezes, já que o medicamento pode promover pequenos sangramentos.

Alopurinol

No sangue: aumenta as concentrações de fosfatase alcalina, transaminases (ALT e AST) e bilirrubinas (hepatotoxicidade).
Na urina: aumenta as concentrações de ureia e creatinina (nefrotoxicidade) principalmente em pacientes com doença renal prévia.

Amiodarona
(cloridrato
)

No sangue: aumenta as enzimas hepáticas ALT e AST, creatinina, fosfatase alcalina, gama GT e T4. Diminui T3.

Anlodipina

Logo no início da terapia, as enzimas hepáticas podem aumentar.
Teste de Coombs positivo sem anemia hemolítica.

Amoxicilina

No sangue: pode alterar as concentrações de ALT, AST, bilirrubinas e fosfatase alcalina. Pode interferir nos exames de culturas em geral (antibioticoterapia).

Atenolol

Aumento dos níveis plasmáticos de ácido úrico e triglicérides.
Diminuição do hematócrito e HDL.

Atorvastatina

Aumenta as concentrações de creatinofosfoquinase (CPK), principalmente no início do tratamento.
Em pacientes em terapia há mais de 3 anos, as enzimas hepáticas podem estar aumentadas em até 3 vezes (hepatoxicidade).

Azatioprina

Aumento dos níveis plasmáticos de ácido úrico, transaminases (ALT e AST), amilase, bilirrubinas, hemoglobina, fosfatase alcalina, plaquetas, glicose, tempo de protrombina e tempo de tromboplastina parcial.
Diminuição da concentração plasmática da albumina, antitrombina, cálcio, fibrinogênio e plaminigênio.
Na urina: eleva as taxas de ácido úrico.

Benzil penicilina benzatina

No sangue: aumento de ácido úrico, ALT, AST, CPK, creatinina, ferro e potássio. A albumina pode estar diminuída.
Na urina: as concentrações de glicose e proteínas podem aumentar. Em dosagens elevadas, pode acarretar hipernatremia e hipercalcemia.

Bezafibrato

No sangue: aumento dos níveis plasmáticos de CPK. Diminuição da gama GT e fosfatase alcalina.

Captopril

No sangue: aumento de ALT, AST, ácido úrico, creatinina e potássio. Diminuição de sódio. O hematócrito e a hemoglobina apresentam diminuição discreta.

Carvedilol

Diminui a glicogenólise e a resposta hiperglicêmica à epinefrina endógena, ocasionando hipoglicemia persistente que dificulta a normalização da glicemia especialmente em pacientes diabéticos. As concentrações plasmáticas de lipoproteínas, ácido úrico, potássio, ureia e triglicérides podem aumentadar.

Ciclosporina

No sangue: aumento dos níveis de ácido úrico, potássio, fosfatase alcalina, amilase e bilirrubinas. Diminui os níveis de magnésio.
Os valores de ureia e creatinina podem estar aumentados já no início do tratamento.

Cinarizina

Aumento das enzimas hepáticas que normalizam com a retirada da medicação.

Clorpropamida

Aumento dos níveis plasmáticos de ALT, AST, bilirrubinas, colesterol, CPK, fosfatase  alcalina, glicose, desidrogenase láctica (DHL) e prolactina. Diminuição dos níveis de tiroxina.
Na urina: pode aumentar os níveis de bilirrubina, glicose e proteínas.

Clortalidona

As alterações em resultados costumam ser pouco significativas. Podem ocorrer: aumento da glicemia e da glicosúria, aumento dos níveis plasmáticos de ureia e creatinina e diminuição de eletrólitos (potássio, sódio e magnésio).

Complexo B

Doses elevadas podem interferir em resultados de provas diagnósticas, tais como a medida dos níveis de concentração de catecolaminas por métodos fluorimétricos.

Diazepam

No sangue: leucopenia, neutropenia e diminuição do número de hemácias.
Na urina: diminuição dos valores de glicose.

Diclofenaco sódico

Aumento dos níveis plasmáticos de ALT, AST. Pode ocasionar redução do número de leucócitos e plaquetas, além de diminuição falso-negativa das taxas de ácido úrico em razão do aumento da depuração renal.

Digoxina

Diminuição dos níveis plasmáticos de potássio. Desequilíbrio eletrolítico.

Diltiazem

Aumento das enzimas hepáticas e trombocitopenia.

Enalapril

Os valores das concentrações sanguíneas de fosfatase alcalina, bilirrubinas, transaminases, anticorpos antinucleares, ureia, creatinina e potássio podem aumentar. Há diminuição dos níveis de sódio.
Podem-se observar, eventualmente, alterações eosinófilas.

Enoxaparina

Aumento dos níveis de L-tiroxina, ácidos graxos livres e enzimas hepáticas. A concentração plasmática de triglicérides pode diminuir. Pode ocorrer hematúria.

Espironolactona

No sangue: aumento dos níveis de corticoides, potássio, bilirrubinas, sódio e magnésio.
Na urina: diminuição da calciúria.

Furosemida

Aumento da concentração plasmática de ácido úrico, amilase, colesterol, glicose e triglicérides. Potente espoliador de potássio.

Glibencamida

Elevação moderada dos níveis de fosfatase alcalina, AST, creatinina, DHL e ureia. A concentração de ácido úrico real pode diminuir sensivelmente.

Hidralazina

Na urina: diminuição dos níveis de hidroxiesteroides e aumento nos de catecolaminas.

Hidroclorotiazida

Esse diurético tiazídico pode aumentar os níveis plasmáticos de iodo conjugado à proteína, sem sinais de distúrbio tireoidiano. Verifica-se também aumento dos níveis de bilirrubinas, cálcio, colesterol LDL, triglicérides, ácido úrico e glicose. Diminui as taxas de magnésio, sódio e potássio.
Na urina: diminuição da excreção de cálcio.

Hidroclorotiazida + amilorida

Aumentam os níveis plasmáticos de iodo conjugado à proteína, sem sinais de distúrbio tireoidiano. Aumentam também os níveis de bilirrubinas, cálcio, colesterol LDL, triglicérides, ácido úrico e glicose.
A concentração de potássio pode estar discretamente elevada.
Os níveis plasmáticos de sódio e potássio estão ligeiramente diminuídos.

Insulina

Aumento dos níveis plasmáticos de CPK e diminuição dos de magnésio (muito comum em pacientes em coma diabético).
Na urina: a concentração de epinefrina e de corpos cetônicos pode estar elevada, especialmente em pacientes com escassa reserva de glicogênio hepático.

Isossorbida

Aumento das concentrações de meta-hemoglobina/catecolaminas urinárias.

Losartan potássico

Especialmente, no início do tratamento, pode aumentar a concentração plasmática de potássio e enzimas hepáticas (ALT e AST).

Lovastatina

Aumento dos níveis plasmáticos de CPK, ALT e AST.

Metildopa

Aumento dos níveis plasmáticos de ácido úrico, ALT, AST, bilirrubinas, CPK, fosfatase alcalina, DHL e prolactina.
Na urina: aumento dos níveis de catecolaminas e glicose.

Nifedipina

No sangue: diminuição dos níveis de insulina e aumento da concentração plasmática de glucagon e enzimas hepáticas (ALT e AST).

Potássio (cloreto)

Aumento dos valores plasmáticos de cálcio e potássio.

Prednisona

A função adrenal medida pelo cortisol livre, plasmático ou urinário pode diminuir. O cálcio plasmático pode diminuir. A glicose plasmática e urinária podem aumentar. A concentração plasmática de sódio pode aumentar, e a de potássio e cálcio diminuir. Pacientes com leucemia aguda podem ter a concentração plasmática de ácido úrico aumentada. Pode ocorrer alteração no número de plaquetas para mais ou para menos. As contagens de basófilos, linfócitos, eosinófilos e monócitos podem estar diminuídas. Os leucócitos polimorfonucleares podem apresentar diminuição na contagem.

Propatilnitrato

Aumento dos níveis de glicose e das enzimas hepáticas (ALT e AST).

Propanolol

Aumento dos níveis plasmáticos de T3 (logo no início do tratamento) e dos triglicérides. Diminuição dos níveis de colesterol HDL e T4.

Ranitidina

Aumento dos níveis plasmáticos de ALT, AST e gama GT.

Sinvastatina

Aumento temporário dos níveis plasmáticos da CPK. Em pacientes com mais de 3 anos de terapia, as enzimas hepáticas podem se elevar em até 3 vezes seus valores normais.

Teofilina

Hiperglicemia e albuminúria, especialmente em doses elevadas.

Ticlodipina

Os valores de fosfatase alcalina, transaminases, triglicérides e colesterol podem estar aumentados. O tempo de protrombina pode elevar-se em até 5 vezes. A contagem de plaquetas e de neutrófilos pode estar diminuída.

Verapamil

Aumento das enzimas hepáticas (ALT e AST).

Warfarina sódica

Aumento dos níveis plasmáticos das enzimas hepáticas (ALT e AST).
O tempo de protrombina eleva-se. Risco de sangramentos.

Fonte: Farmacêutica Karina Pedroti Sayeg – 2009.

Aderência ao tratamento

Aderência é o termo usado para definir se o paciente segue a prescrição médica corretamente. Em geriatria, a aderência ao tratamento representa um grande problema. Muitas vezes os pacientes, por vários motivos, não tomam os medicamentos de forma correta. Acredita-se que 1 em cada 5 pacientes não toma a medicação de acordo com o que foi prescrito. Aproximadamente de 30% a 60% deles não seguem os horários e as orientações específicas. Dessa maneira, pode-se afirmar que praticamente a metade das prescrições médicas falha, e não se obtém o resultado esperado. A tabela abaixo apresenta os principais fatores que influenciam o processo de aderência ao tratamento.

Fatores que influenciam na aderência ao tratamento

Fator

Efeito

O paciente tem consciência de que sua doença é séria.

Aumenta

O paciente acredita que será curado ou que a doença pode ser controlada/prevenida.

Aumenta

O paciente acredita que está realmente doente ou que a doença pode ser evitada.

Aumenta

O médico explicou detalhadamente o propósito da medicação.

Aumenta

O farmacêutico explicou, orientou e tirou as dúvidas sobre horários e outros detalhes.

Aumenta

A prescrição contém várias drogas.

Diminui

O paciente teme os efeitos adversos.

Diminui

A prescrição é para longos períodos.

Diminui

Os horários são complicados/confusos.

Diminui

As embalagens/vidros são difíceis de abrir.

Diminui

O paciente deve cortar seus comprimidos pela metade.

Diminui

O paciente mora só.

Diminui

Problemas visuais.

Diminui

Baixa escolaridade.

Diminui

Deformidades nas mãos/artrite.

Diminui

Drogas de alto custo.

Diminui

Fonte: http://www.portalfarmacia.com.br
O poder aquisitivo do paciente deve ser uma preocupação
O poder aquisitivo do paciente deve ser uma preocupação

 

RECOMENDAÇÕES

  • Consulte o médico antes de tomar qualquer medicamento.
  • Tenha à mão uma relação de todos os medicamentos que está tomando e periodicamente discuta essa lista com seu médico.
  • Mantenha uma lista de todas as enfermidades clínicas que já o acometeram e periodicamente discuta essa lista com seu médico.
  • Selecione um farmacêutico que proporcione serviços abrangentes e faça com que todas as receitas sejam aviadas por ele.
  • Procure compreender a finalidade e a ação de todos os medicamentos prescritos.
  • Procure conhecer os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos prescritos.
  • Aprenda o modo como os medicamentos devem ser administrados, em que hora do dia devem ser ingeridos ou aplicados e se podem ser tomados ao mesmo tempo que com outros medicamentos.
  • Discuta o uso dos medicamentos de venda livre (sem necessidade de receita) com o farmacêutico.
  • Siga rigorosamente as instruções recomendadas.
  • Informe ao médico qualquer sintoma que possa estar relacionado ao uso de um medicamento.

Lembre-se: a diferença entre o veneno e o remédio é uma questão de dose e ocasião...

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