Alois Alzheimer

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Como escolher uma instituição

Como avaliar corretamente uma instituição?

Infelizmente, muitas vezes, mesmo contra a vontade, os familiares não encontram condições de manter os pacientes em seus lares.
Algumas pessoas com idade avançada já encontram opções de residência para idosos que diferem totalmente dos asilos.
Independentemente da causa que motiva essa decisão, é importante que se tenha alguns parâmetros para analisar racionalmente as opções oferecidas.
A institucionalização de um familiar é uma das decisões mais difíceis que temos que tomar.
Quando todos os outros recursos foram esgotados e a institucionalização é a única alternativa é comum que os familiares experimentem sentimentos negativos de culpa e remorso.
Insegurança e medo também são outros ingredientes presentes nessa difícil tarefa.
Como avaliar corretamente uma instituição? 
Uma avaliação correta passa obrigatoriamente por fases muito bem definidas: 
 · Pesquisa
 · Pré-seleção
 · Estruturação da Visita
 · Visita
 · Decisão


PESQUISA

Nessa fase é fundamental que as características da instituição sejam suficientes para atender as necessidades do residente.
O geriatra deve participar desse processo estabelecendo as necessidades clínicas do candidato.
As condições físicas e emocionais irão determinar qual o tipo de instituição estamos procurando.
Uma má escolha pode trazer sérias conseqüências com piora substantiva da qualidade de vida, depressão grave e até a morte.
Devem ser observados os aspectos sócio-culturais e geográficos e a proteção dos hábitos incorporados ao longo dos anos.
Poderíamos explicar estas necessidades com uma pessoa vegetariana onde não se admite mudanças no cardápio.
Os aspectos religiosos também são relevantes.Seria desastroso admitir uma pessoa em uma instituição onde as crenças e hábitos religiosos são estranhos aos seus costumes e fé.
A personalidade prévia também deve ser analisada.
Pessoas extrovertidas e sociáveis provavelmente vão aceitar com alegria um companheiro de quarto.
Pessoas introvertidas e ciosas de sua privacidade poderão sentir grande contrariedade com esse tipo de acomodação.
Os horários de visita e a proximidade do local devem ser lembradas no intuito de evitar o isolamento compulsório de amigos e parentes.
Essa é uma decisão que deve ser tomada em conjunto.
Todos,sem exceção, devem estar envolvidos no processo.
Decisões tomadas apenas por um dos filhos, por exemplo, pode ser a causa de conflitos familiares indesejáveis.
Os aspectos financeiros e a obrigação de cada um deve estar muito bem definida.
É importante lembrar que essa é uma decisão a ser tomada com tempo e muita reflexão.
Nunca se deve decidir em situações de crise e/ou urgência.
Definidos esses pontos com clareza, estaremos de posse das informações necessárias para dar o segundo passo:

PRÉ-SELEÇÃO (Consulta a Distância)

Informações básicas podem ser obtidas por telefone ou pela Internet poupando o tempo do responsável em visitas inúteis.
A resposta a algumas perguntas servem para excluir várias “Casas de Repouso”:

A Instituição:

 · É legalizada?
 · Tem alvará de funcionamento?
 · Tem registro no Conselho Regional de Medicina?
 · Tem um médico responsável?
 · Possuem os equipamentos e serviços que seu familiar vai precisar?

O não a uma dessas questões inviabilizam continuar a entrevista.
Outras questões:
 · Qual o número de residentes? Qual a lotação máxima?
 · Quantos funcionários trabalham diariamente?
 · O médico particular pode continuar orientando o tratamento?
 · Qual a conduta usada para pacientes agitados?
 · Qual o horário de visitas?
 · Qual o custo?O que está incluso no custo?
 · Qual a política de recusar o paciente frente a comportamentos inadequados, agitação etc.
 · Filosofia de sedação em pacientes agitados
 · Indicação de sondas (urinárias e para alimentação)
 · Despesas sem autorização prévia

Com base nessas informações, selecionadas as opções, o passo seguinte é o de estruturação da visita.

ESTRUTURAÇÃO DA VISITA

Três aspectos são fundamentais nessa fase:
a) Quem será o responsável que acompanhará a visita;
b) Escolher o horário para a visita.
O melhor horário é o final da tarde.
Neste horário podemos presenciar os pacientes se alimentando ou sendo alimentados.
O aspecto da refeição servida, bandejas não tocadas, a atitude dos funcionários, o clima e o aspecto geral, uma vez que esse costuma ser um período relativamente calmo e de menos atividade.
c) Agendar reunião com um diretor.
É importante que se conheça quem dirige a instituição.

VISITA À INSTITUIÇÃO

A primeira atitude é checar a documentação e o alvará de funcionamento.
Após isso, um breve relato do caso seguido da pergunta:
- Vocês estão aptos a aceitar esse residente?, é um bom parâmetro para sua avaliação da suficiência da entidade.
A filosofia geral da instituição, sua história, política de administração, detalhamento do contrato, esclarecimento de taxas e custos ocultos com; dietas especiais, consultas médicas de emergência, exames laboratoriais, medicamentos, etc. devem ser tópicos esclarecidos em detalhes.
Deve-se também: 
 · Conhecer as atividades sócio-culturais oferecidas no dia-a-dia
 · Se há filosofia de trabalho multiprofissional
 · Se há um “turn over” alto de funcionários (troca freqüente)

De acordo com essas respostas estaremos fazendo a visita propriamente dita ou agradecendo a atenção e nos dirigindo para a segunda instituição selecionada.

INSPEÇÃO

O maior aliado de uma visita de inspeção a uma instituição para idosos é o bom senso.
Algumas pessoas nunca entraram nesse tipo de instituição e, portanto, encontram grande dificuldade em entender aspectos peculiares a esse tipo de atendimento.
De uma maneira geral a primeira impressão é em geral desagradável e triste, porém se estamos avisados do que vamos encontrar e o que devemos esperar, poderemos analisar os fatos mais objetivamente.
Na inspeção, alguns indícios podem ajudar a diferenciar a boa da má instituição.
O clima do ambiente, a atitude e o grau de envolvimento dos funcionários com os residentes, o aspecto e uniformes do pessoal auxiliar, o nível de ruído e a limpeza do local.
Sempre com bom-senso devem-se analisar algumas características peculiares.
Pode-se ter a impressão de haver um caos reinante,porém deve-se questionar, e sentir, se esse aparente caos é fruto de falta de organização de fato ou um espelho de menor autoritarismo da instituição.
A presença de odores desagradáveis (urina etc.), também deve ser vista com alguma reserva se a instituição aceita pacientes dependentes e incontinentes.
É relativamente simples determinar se o odor é acidental e temporário ou permanente e habitual;esses últimos indesculpáveis e portanto excluem a escolha da instituição em questão.
O lado positivo é que esses  fatos permitem que familiar presencie as atitudes que os funcionários estão tomando em relação ao fato:
O fato foi prontamente identificado e estão trocando o residente? Ou parece nada aconteceu e agem como se isso fosse absolutamente normal...
A presença de mobiliário adaptado e a constatação de que alguns móveis são de uso pessoal, a despeito de não serem decorativos, demonstram preocupação e sensibilidade, sendo, portanto, pontos positivos.
Se houver alguma área que você não possa visitar, acabe a inspeção e risque essa instituição de sua lista.
Observe os residentes:
 · Qual é o humor reinante
 · O asseio
 · As atividades que estão envolvidos
 · Alguém pedindo ajuda... e a atitude dos funcionários...
Um bom teste aparentemente casual pode mostrar o nível de envolvimento do pessoal com os residentes:
Escolha um residente e à distância pergunte o nome dele, e algum tipo de informação simples.
Se quem estiver dirigindo a visita não souber responder fica claro a falta de interação instituição-residente.
Normalmente boas instituições mantêm seu pessoal intimamente ligado aos seus pacientes.
Os aspectos físicos são fundamentais não só na prevenção de acidentes como também na melhor integração e facilitação das atividades da vida diária.
Observe se há preocupação com a prevenção de incêndios, saídas de emergência, condição das instalações elétricas, barras de segurança nos banheiros e em locais de trânsito, escadas iluminadas e de acesso restrito, sinalização adequada, pisos escorregadios, medicamentos e soluções tóxicas acessíveis sobre mesas e balcões, etc.
A maneira de como a instituição aceita as suas sugestões é um ótimo tema de conversa ao final da inspeção.
Solicitar um ou dois contatos de familiares que têm seus parentes internados há pelos menos três meses, é uma outra ótima referência.
A orientação aqui proposta, é necessária, pois temos observado que mesmo as classes economicamente favorecidas, com poder de opção, muitas vezes, por pura desinformação, acabam por cometer sérios erros de avaliação, optando por instituições totalmente inadequadas.
Atualmente existem outras opções de atendimento que devem também fazer parte das opções a serem exploradas e objeto de uma avaliação mais profunda: 
 · Centros-diurnos
 · Admissões temporárias
 · Residenciais para pessoas independentes e lúcidas
 · Home-Care “atendimento domiciliar”

Estas normas adaptadas a cada caso poderão servir de guia, uma linha de conduta e orientação, que irá colaborar para que se opte mais racional e tecnicamente por uma instituição.


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Veja também:

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