Epidemiologia
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Envelhecimento populacional e doença de Alzheimer
O mundo vem enfrentando um envelhecimento progressivo de sua população.
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Em 1950, havia 214 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, atualmente, onze por cento da população mundial já atingiu esse patamar.
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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2025, existirão 1,2 bilhões de pessoas com mais de 60 anos, sendo que, os indivíduos muito idosos (com 80 anos ou mais) compõem o grupo de maior crescimento.
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O Brasil, a exemplo de outros países, enfrenta o mesmo fenômeno.
A população brasileira vem envelhecendo rapidamente. Segundo o estudo da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o oitavo país que mais contribui para o aumento da população mundial – atrás apenas de Índia, China, Paquistão, Nigéria, Estados Unidos, Bangladesh e Indonésia.
De acordo com o IBGE , em 1999, a esperança média de vida dos brasileiros que era de 70 anos, passou para 73,1 anos em 2009 - um aumento de 3,1 anos em uma década. Sendo 76,7 anos para as mulheres e 69,1 anos para os homens.
O censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010, encontrou 14,5 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais.
Eles representam 8,6 % da população total, contra 7,3% em 1991. Projeção do IBGE mostra que o Brasil terá 216 milhões de habitantes em 2025, dos quais 32 milhões (14,8 %) serão idosos. Em 2050, quando a expectativa de vida possivelmente alcançará 81,2 anos, serão 52 milhões de brasileiros idosos.
Desse total, 2,2 milhões terão mais de 100 anos, números que confirmam os dados apresentados pelo autor deste site no XV Congresso Mundial de Gerontologia em Budapeste, em 1993: “A realidade dos centenários brasileiros” (Norton Sayeg, 1993) quando demonstrou que a taxa de centenários que era, em 1990, de 0,8% aumentaria, alcançando em 2025 cerca 1% da população e com tendência a crescer progressiva e rapidamente.
|
POPULAÇÃO TOTAL E PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO |
||||
|
|
1980 |
1990 |
1996 |
2000 |
|
População total (1) |
119.002.706 |
146.825.475 |
157.070.163 |
169.799.170 |
|
Por sexo (%) |
|
|||
|
Homens |
49,68 |
49,36 |
49,30 |
49,22 |
|
Mulheres |
50,31 |
50,63 |
50,69 |
50,78 |
|
|
||||
|
Por grandes grupos de idade (%) |
|
|||
|
0-14 anos |
38,20 |
34,72 |
31,54 |
29,60 |
|
15-64 anos |
57,68 |
60,45 |
62,85 |
64,55 |
|
65 e mais |
4,01 |
4,83 |
5,35 |
5,85 |
|
|
||||
|
Por situação do domicílio (%) |
|
|||
|
Urbana |
67,59 |
75,59 |
78,36 |
81,25 |
|
Rural |
32,41 |
24,41 |
21,64 |
18,75 |
|
|
||||
|
NOTA (1):Inclusive a população com idade ignorada em 1980 e 1996 |
||||
Fonte: IBGE
A distribuição da população de 60 anos ou mais também demonstra uma queda na porcentagem da fração de 60 a 64 anos e acentuado aumento nos grupos etários de 70 anos e mais.
A expectativa de vida aumentou rapidamente:
|
Esperanças de Vida ao Nascer - 1985-2001 |
|
|
E a mortalidade diminuiu...
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A pirâmide populacional no Brasil vai progressivamente adotando a forma de barril, característica dos países desenvolvidos.
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Houve relativa melhora no acesso da população aos serviços de saúde, além de campanhas de vacinação, aumento de pré-natais, alta na escolaridade e no saneamento e mudança dos indivíduos em relação a enfermidades. No entanto, 16 Estados ainda estão com esperança de vida abaixo da média nacional.
Entre as unidades da federação, o Distrito Federal tem a maior esperança de vida: 75,8 anos. Já Alagoas ocupa o último lugar com uma esperança média de 67,6 anos.
O Estado de São Paulo ocupa a quinta posição no ranking, com uma expectativa média de 74,8 anos. O Rio de Janeiro aparece em 11º (73,7 anos).
A Região Sul concentra o maior número de estados com alta expectativa de vida. Em Santa Catarina ela é de 75,8 anos.
A Região Nordeste é a última colocada.
|
Ranking da expectativa de vida por unidade da federação, para ambos os sexos (2009) |
|
|
1º Distrito Federal |
75,8 anos |
|
2º Santa Catarina |
75,8 anos |
|
3º Rio Grande do Sul |
75,5 anos |
|
4º Minas Gerais |
75,1 anos |
|
5º São Paulo |
74,8 anos |
|
6º Paraná |
74,7 anos |
|
7º Espírito Santo |
74,3 anos |
|
8º Mato Grosso do Sul |
74,3 anos |
|
9º Goiás |
73,9 anos |
|
10º Mato Grosso |
73,7 anos |
|
11º Rio de Janeiro |
73,7 anos |
|
12º Bahia |
72,6 anos |
|
13º Pará |
72,5 anos |
|
14º Amazonas |
72,2 anos |
|
15º Acre |
72,0 anos |
|
16º Tocantins |
71,9 anos |
|
17º Rondônia |
71,8 anos |
|
18º Sergipe |
71,6 anos |
|
19º Rio Grande do Norte |
71,1 anos |
|
20º Amapá |
71,0 anos |
|
21º Ceará |
71,0 anos |
|
22º Roraima |
70,6 anos |
|
23º Paraíba |
69,8 anos |
|
24º Piauí |
69,7 anos |
|
25º Pernambuco |
69,1 anos |
|
26º Maranhão |
68,4 anos |
|
27º Alagoas |
67,6 anos |
|
Fonte: IBGE. 2010 |
|
Os números apresentados tornam-se ainda mais expressivos quando se constata a relação diretamente proporcional que a doença de Alzheimer mantém com o aumento da idade.
Esses dados também são úteis para demonstrar a importância da doença no meio médico, alertando os planejadores de saúde para essa grave questão de saúde pública.
Prevalência e incidência
Para os epidemiologistas, essa situação espelha um verdadeiro desafio, pois se constatam alguns importantes aspectos:
- Há uma verdadeira epidemia de demência emergindo.
- A carga que os serviços de saúde pública suportam atualmente já é grande.
- De 70% a 80% dos pacientes demenciados vivem em seus próprios domicílios.
- A doença de Alzheimer forma mais comum de demência, é uma doença incurável, de causa desconhecida, cuja prevalência e incidência aumentam significativamente com a idade.
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- Muitos casos não recebem diagnóstico e tratamento específico.
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No Brasil, não há dados objetivos à respeito da doença de Alzheimer, porém, é possível com base em alguns índices estimar a sua frequência no meio médico.
Quando se deseja medir a frequência de uma doença, é necessário que dois dados sejam estabelecidos: os casos já existentes ou antigos (prevalência) e os novos (incidência).
Dá-se o nome de prevalência de uma doença ao número de casos que existam, não importando se novos ou antigos.
Chama-se incidência o número de casos novos de uma doença num determinado período de tempo.
As taxas estimadas de incidência e prevalência para a doença de Alzheimer, de acordo com o Estudo Longitudinal de Baltimore, demonstram que a taxa de incidência aos 60 anos é de aproximadamente 10% (Kawas et al., 1997, 2000; Zonderman, 2005).
A taxa dobra a cada cinco anos e, ao redor dos 85 anos, é 9 vezes maior do que aos 69 anos de idade.
As taxas de prevalência apresentam aumento geométrico a partir dos 60 anos de idade, ultrapassando os 50% aos 95 anos.
|
Estudo Longitudinal de Baltimore Idade específica, incidência e prevalência |
||
|
Idade |
Incidência |
Prevalência |
|
61 |
0,95 |
0,89 |
|
62 |
1,09 |
1,91 |
|
63 |
1,26 |
3,08 |
|
64 |
1,44 |
4,42 |
|
65 |
1,66 |
5,96 |
|
66 |
1,91 |
7,73 |
|
67 |
2,19 |
9,75 |
|
68 |
2,52 |
12,08 |
|
69 |
2,89 |
14,74 |
|
70 |
3,33 |
17,80 |
|
71 |
3,82 |
21,30 |
|
72 |
4,39 |
25,30 |
|
74 |
5,80 |
35,12 |
|
75 |
6,67 |
41,11 |
|
76 |
7,66 |
47,95 |
|
77 |
8,81 |
55,74 |
|
78 |
10,12 |
64,62 |
|
79 |
11,63 |
74,72 |
|
80 |
13,37 |
86,19 |
|
81 |
15,46 |
99,20 |
|
82 |
1765 |
113,92 |
|
83 |
20,29 |
13055 |
|
84 |
23,31 |
149,27 |
|
85 |
26,79 |
170,28 |
|
86 |
30,79 |
193,79 |
|
87 |
35,39 |
219,99 |
|
88 |
40,67 |
249,05 |
|
89 |
46,74 |
281,11 |
|
90 |
53,71 |
316,27 |
|
91 |
61,73 |
354,56 |
|
92 |
70,94 |
395,92 |
|
93 |
81,53 |
440,20 |
|
94 |
93,70 |
487,08 |
|
95+ |
107,68 |
536,14 |
|
54-54 |
– 0,25 Molsa (1982). |
|
54-55 |
55-65 – 0,72 Molsa (1982). |
|
Número de pessoas com Alzheimer por idade - EUA (em milhões) |
||||
|
Ano |
Idade 65/74 |
Idade 75/84 |
Idade 85+ |
Total |
|
2000 |
0,3 |
2,4 |
1,8 |
4,5 |
|
2010 |
0,3 |
2,4 |
2,4 |
5,1 |
|
2020* |
0,3 |
2,6 |
2,8 |
5,7 |
|
2030* |
0,5 |
3,8 |
3,5 |
7,7 |
|
2040* |
0,4 |
5,0 |
5,6 |
11,0 |
|
2050* |
0,4 |
4,8 |
8,0 |
13,2 |
|
*Projeção aproximada |
||||
Uns dos melhores e mais completos estudos relativos ao cálculo de incidência de demência é o de Hagnell (Gustafson et al., 1998) que conduziu pessoalmente um levantamento estatístico de demências em grande grupo de indivíduos e os reexaminou dez anos depois. Esse mesmo grupo foi reexaminado por Ojesjo 25 anos depois.
Os resultados foram bastante próximos daqueles verificados por Mortiner (2005) que, utilizando os dados do Estudo Longitudinal de Baltimore com voluntários idosos, encontrou uma taxa de incidência anual em torno de 1%, em pessoas com 65 anos ou mais.
Utilizando esses dados, de outros países, com base nas estatísticas populacionais brasileiras do último censo (IBGE, 2000), estima-se a prevalência da doença de Alzheimer em 1,2 milhão pacientes, com a incidência de 100 mil novos casos por ano.
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